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- Gil Barros e o seu “ratinho” de estimação
Ao 7.º episódio de Memórias Coletivas fomos ao encontro do Virgílio Barros. Entre um Opel Corsa e uma 4L em fase de restauro, está na garagem o seu VW Carocha de estimação. Conhecido como o “ratinho”, este VW é um exemplar restaurado com toda a atenção ao detalhe, com peças originais vindas da Alemanha. O jovem Gil Barros tinha 18 anos quando o avô lho deu e demorou cinco anos a conferir-lhe o aspeto que hoje tem e toda uma vida a desenvolver uma relação muito emocional com o carrinho do povo. “Cinco sapatadas no acelerador” é o truque para o “acordar” depois de passar muitos dias na garagem. Venham connosco conhecer e rir com as histórias aqui partilhadas…
- Joe, memórias de carros até Portugal
Joe Branco, um dos embaixadores do Clássicos Portugal, é o convidado do nosso primeiro episódio de "Memórias Coletivas". Carros e memórias! Joe viveu no Reino Unido meio século e cedo se ligou à Esso, cujo patrão era piloto de Rallycross. Com ele começou a viajar bastante e não espanta que tenha nascido assim uma sólida paixão pelos automóveis e pela velocidade que se perpetuou ao longo da sua passagem pela Peugeot. Nos Estados Unidos, em Dallas, chegou a participar e a subir ao pódio em corridas de Karting. Para Joe, a Fórmula 1 é "ação e emoção" e este ano é bem capaz de ir até ao Mónaco viver de perto todas as emoções que este desporto nos proporciona. Na garagem Joe Branco tem um Jaguar e um tributo ao Ferrari 250 SWB Berlineta. Mas ainda reserva um espaço para o seu Aston Martin de sonho.
- Bruno Félix considera o Toyota BJ40 o Porsche da família
Apaixonado por carros clássicos e motas, Bruno Félix é consultor de imagem masculina e faz a comunicação da AMA Racing – equipa que corre no europeu de histórico endurance com um Porsche 911 clássico. Na garagem tem uma BMW K100 de 1984 e um Toyota BJ40 de 1982, que é o Porsche da família. Na adolescência apaixonou-se pelos automóveis e desde criança que se lembra de ver clássicos na oficina do pai. Este episódio foi filmado na Cool Garage, que comercializa acessórios e roupa focados nos amantes das motas e veículos clássicos, loja com a qual Bruno tem uma ligação de longa data. “Arte, engenho e perseverança” são as suas dicas para quem possa querer transformar alguma relíquia da família num clássico admirável. “Quem sente a necessidade de ouvir o barulho e sentir os cheiros dos clássicos, dificilmente consegue apreciar tanto os contemporâneos”, revela-nos. Tens um amigo com histórias semelhantes para contar?
- Timóteo Vieira. Fala-nos das suas histórias com clássicos
Entre Moçambique, África do Sul e Portugal, Timóteo Vieira tem na sua familiar Tim’s Garage um punhado de recordações corporizadas nos fascinantes automóveis que povoam os sonhos mais ambiciosos de quem vive esta paixão. Quando trata destes carros, Timóteo fá-lo com o coração na ponta dos dedos em cada um dos três anos que leva a cumprir todo um meticuloso processo de restauro. Só para termos uma noção, desumidificadores e aquecedores vivem ao pé destes pedaços de memórias vivas que estão na Tim’s Garage. E se cada carro tem a sua personalidade, a atitude do condutor também tem de ser a condizer! Se por esta altura já se perguntaram se o sr. Timóteo tem alguma relação com o Tim Vieira, do popular “Shark Tank”, a resposta é: sim, é o pai dele: “saí de casa a um domingo, fui para a minha loja e ele foi ter com um amigo buscar uns vídeos. Bateu num passeio, fez 180 graus, o carro ficou virado ao contrário e o poste entalado no carro. A minha mulher só me ligou e disse: anda para casa que o teu filho está cheio de sangue!”, recorda, agora a sorrir. Muitas e deliciosas histórias para lembrar em mais um episódio de “Memórias Coletivas”. E se tiveres um amigo assim, diz-nos quem é que vamos querer conhecê-lo.
- Os clássicos e a paixão do Sr. Reis
Esta semana é o sr. Reis que está connosco. Presidente da AVAMO – Associação de Veículos Antigos Motorizados de Odivelas, cedo se interessou pelo movimento associativo à volta da paixão pelos clássicos. Aos 8 anos começou a dizer que gostava de ter um Citroën Traction Avant, conhecido como “arrastadeira”. De recordar que o período compreendido entre 1937 e 1939 é descrito como os “Anos de Ouro” deste Citroën. Participou nos 100 anos da Citroën em Portugal. Nas cheias de 1967 ajudou os Bombeiros de Odivelas e, mais tarde, restaurou um jipe Willys da corporação o que lhe valeu um reconhecimento pelo qual tem muita estima. Uma vez, numa viagem do Alentejo para Lisboa, com a sua “princesa”, como lhe chama, a família viu uma das malas de viagem “voar” do tejadilho e tiveram de passar a tarde a apanhar todas as roupas que ficaram espalhadas pela estrada. Venham conhecer a garagem cheia de histórias do sr. Reis.
- Bruno é um apaixonado por carros alemães e... carburadores!
Neste episódio de Memórias Coletivas vamos conhecer o Bruno Arranhado. Apaixonado por carros alemães, na garagem tem um VW MK2 e um Opel Corsa GT e tem o podcast Type Talks e o German Kaffee, um encontro privado que faz de carros alemães. O Golf MK2 é um modelo que o Bruno acredita que tem muito para contar e muito para dar. Dele, o que mais gosta é... do carburador (o que tem é um 1300) - a própria falta de fiabilidade da peça é algo que o entusiasma. O Corsa GT veio muito por influência dos amigos. Elétricos? Não; só se for mesmo obrigado. Conheces alguém como o Bruno? Diz-nos pelo e-mail classicosportugal.pt@gmail.com
- A Mariana e a paixão pelos SIMCA
A Mariana Simões está esta semana nas “Memórias Coletivas”, o podcast do Clássicos Portugal em parceria com a Tunet Rádio para partilhar connosco a paixão pelos seus três SIMCA. Gostar do que é antigo é algo que lhe vem desde muito pequena na altura em que passava todas as férias escolares com a avó materna em Viseu quando começou a habituar-se aos costumes e objetos antigos. Quando tinha 8 anos, foi com o pai ver o SIMCA 1000, o primeiro desta sua coleção, e a partir daí foi sempre aumentando o interesse que continua até aos dias de hoje, como nos conta nesta meia hora de conversa.
- Encontro na Lagoa de Albufeira: dias cinzentos não demovem os aficionados
O entusiasmo pela cultura automobilística brilhou mesmo sob um céu nublado e alguns chuviscos durante o último encontro dos Clássicos Portugal, realizado na paisagem inspiradora da Lagoa de Albufeira. Apesar das condições climáticas adversas, mais de 40 carros, incluindo clássicos emblemáticos e pré-clássicos impecavelmente preservados, marcaram presença. O evento foi mais uma oportunidade para os entusiastas da nossa comunidade fortalecerem laços. A cada encontro, a família Clássicos Portugal continua a crescer, sendo os passaportes carimbados uma evidência do orgulho em participar desses eventos. Para aqueles que ainda não possuem o passaporte Clássicos Portugal, é possível adquiri-lo facilmente através do nosso site aqui. E lembre-se sempre de trazê-lo consigo para os nossos eventos, pois é cada participação que continuamos a escrever a história dessa jornada apaixonante pela cultura automobilística. O dia culminou com um almoço especial, em frente à deslumbrante Lagoa de Albufeira, um momento de camaradagem para marcar mais um capítulo dos Clássicos Portugal.
- Passeio Primavera Avis: uma jornada rural e gastronómica inesquecível
O dia ensolarado começou pontualmente às 9h, com um grupo entusiasmado e ansioso para explorar o encanto da primavera em Avis. Enquanto nos aventurávamos pelas estadas de Portugal, fomos presenteados com a graciosa presença das cegonhas, que nos acompanharam ao longo do caminho, adicionando um toque de magia à nossa jornada. Uma breve paragem proporcionou um momento de descontração e convívio entre os participantes. Na chegada a Avis, fomos calorosamente recebidos pela Presidente da Junta, Sílvia Feliz, cuja dedicação incansável acompanhou-nos em todas as atividades do dia, desde o primeiro momento. A visita à Fundação Abreu Callado foi uma verdadeira imersão na vida rural. Fomos simpaticamente conduzidos pela vasta propriedade de 7 mil hectares, aprendendo detalhes sobre como se gere e rentabiliza uma propriedade destas, com foco principal na produção de gado. Tivemos o privilégio de alimentar e interagir com os animais, desde burros até galinhas, proporcionando-nos uma experiência autêntica no campo. Depois de ambientados ao cenário rural, fizemos uma degustação dos vinhos produzidos na herdade. O desafio de identificar sabores e aromas entre três vinhos diferentes proporcionou uma experiência sensorial única e surpreendente. O que se seguiu foi uma verdadeira festa para os sentidos, preparado com produtos frescos e locais diretamente da herdade. Saboreamos pratos tradicionais repletos de sabor, antes de partirmos para explorar os encantos de Avis, revelados pelos seus habitantes. Com diversas paragens ao longo da tarde, regressámos à herdade para uma saborosa grelhada, onde a simpatia dos anfitriões tornou o momento ainda mais especial. Ao cair da noite, fomos para a Ordem de Avis, onde passaríamos a noite em aconchegantes acomodações. O segundo dia começou com um animado encontro estático de clássicos, reunindo carros antigos da região e moradores locais. Após algumas conversas animadas, partimos para mais uma jornada de descoberta pela região de Avis. Guiados pelo Presidente da Câmara e pela Presidente da Junta, exploramos pontos de interesse locais, enriquecendo a nossa compreensão da história e cultura da região. Na chegada à Herdade Fonte Pereira fomos alvo da já habitual receção calorosa, onde tivemos a oportunidade de degustar produtos regionais acompanhados pelo excelente vinho da propriedade. A finalizar esta aventura, reunimo-nos num espaço da Junta de Freguesia para um almoço de despedida, entrega de certificados e brindes dos nossos parceiros. Iniciamos a viagem de regresso a Lisboa, acompanhados pelo espetáculo do pôr do sol, encerrando assim o inesquecível Passeio Primavera em Avis.
- Encontro de clássicos com estilo vintage em abril
Os Clássicos Portugal lançam o desfio aos entusiastas de carros clássicos para reviverem não apenas os veículos do passado, mas também o estilo e a moda da época. Esta iniciativa pretende dotar os encontros de uma ainda maior envolvência, apelando a que tirem dos armários roupas ou acessórios vintage e os tragam para os nossos encontros. Os encontros de carros clássicos já são conhecidos por reunir apaixonados por automóveis de todas as idades e origens. No entanto, os Clássicos Portugal acreditam que incorporar o estilo vintage nos eventos pode elevar ainda mais a experiência, transportando os participantes de volta no tempo para uma era de elegância e sofisticação. "Queremos que os nossos encontros sejam mais do que simplesmente admirar carros antigos; queremos que seja uma experiência completa", disse Daniel Mergulhão, presidente dos Clássicos Portugal. "Vestir-se conforme a época não é apenas uma forma de homenagear os carros clássicos, mas também de celebrar a moda e o estilo únicos de cada era." A iniciativa tem recebido uma resposta entusiasmada da comunidade. Dos elegantes anos 1920 aos vibrantes anos 1980, espera-se que os participantes incorporem cada vez mais uma variedade de estilos icónicos. Com a tendência crescente de valorização do passado e nostalgia, os Clássicos Portugal esperam que essa iniciativa inspire outras associações e entusiastas de carros clássicos em todo o país a abraçarem o estilo vintage nos seus próprios encontros.









